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12) A Graça e a Inexistência do nosso pecado - 04

Diante de Deus, para o eleito, o pecado não existe mais.

Veja o texto seguinte: “Ora, neste caso, seria necessário que ele tivesse sofrido muitas vezes desde a fundação do mundo; agora, porém, ao se cumprirem os tempos, se manifestou uma vez por todas, para aniquilar, pelo sacrifício de si mesmo, o pecado (Hb 9.26). Portanto, no que se refere a nossa posição com Deus, todos os nossos pecados, os que já cometemos e todos os que ainda vamos cometer, foram aniquilados na cruz. (veja os demais artigos desta série). No texto seguinte Paulo diz que Jesus, na sua morte, destruiu o corpo do pecado (a natureza do pecado, a natureza carnal) no aspecto posicional e na forma que ele (Deus) nos ver.  Vejamos este texto na BLH: "Pois sabemos que a nossa velha natureza pecadora já foi morta com Cristo na cruz a fim de que o nosso eu pecador fosse morto, e assim não sejamos mais escravos do pecado. Pois quem morre fica livre do poder do pecado. Se já morremos com Cristo, cremos que também viveremos com ele.  Assim também vocês devem se considerar mortos para o pecado; mas, por estarem unidos com Cristo Jesus, devem se considerar vivos para Deus" Rm 6.6-8,11). De acordo com este texto o que temos de fazer agora é considerar-nos mortos para o pecado, pois essa morte já aconteceu na cruz, no passado, sem nenhuma contribuição nossa. "Considerai-vos" 
Portanto, quando ele olha para nós não nos ver e nem nos trata mais de acordo com a nossa velha natureza, de acordo com o velho homem, ou ainda, de acordo com o nosso pecado, ou erros dos nossos alvos (pois ele já  destruiu tudo isso na cruz). “Sabendo isto: que foi crucificado com ele o nosso velho homem, para que o corpo do pecado seja destruído, e não sirvamos o pecado como escravos; porquanto quem morreu está justificado do pecado. (se eu sou um salvo, um eleito, de acordo com a Bíblia estou morto com Cristo para o pecado e vivo para Deus em justiça. Então estou justificado de qualquer pecado diante de Deus). Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos” (Rm 6.6-8). 
Como seria incoerente, se Deus depois de destruir a nossa natureza do pecado e o próprio pecado, tratasse conosco de acordo com tudo aquilo que ele destruiu! Seria como se estivesse invalidando a obra redentora de Cristo. Por isso somos novas criaturas, porque a velha criatura foi destruída na cruz. Ser nova criatura não depende do que fazemos ou deixamos de fazer, mas do que Jesus consumou em nós e por nós, como eleitos. Por essa causa, como já mencionai,  a Bíblia recomenda, que não julguemos a ninguém e que ninguém nos julgue de acordo com a ótica do que vemos na carne. Pois nem Deus nos julga dessa forma mais. “Não nos julguemos mais uns aos outros; pelo contrário, tomai o propósito de não pordes tropeço ou escândalo ao vosso irmão; Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados” (Rm 14.13; Cl 2.16). O próprio Jesus disse: “Em verdade, em verdade vos digo: quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, não entra em juízo, (condenação ou  julgamento), mas passou da morte para a vida” (Jo 5.24); na BLH diz: “Eu afirmo a vocês que isto é verdade: quem ouve as minhas palavras e crê naquele que me enviou tem a vida eterna e não será julgado, mas já passou da morte para a vida”. Paulo disse mais: “Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus” (Rm 8.1).
Podemos resumir o processo da nossa vida cristã, no que tange ao pecado, da seguinte forma:
Na vida do eleito o pecado não reside mais no espirito, e sim, somente no nível da carne. Não importa o que o eleita faça, ou a forma que ele vive, Deus nunca o tratará tendo o pecado como parte dele. Tendo o pecado em vista. É claro que um eleito que já esteja experimentando a vida cristã com Cristo, jamais terá prazer em viver uma vida dissoluta no pecado. Se houver conformismo com o pecado é sinal de que ainda não está, como disse, experimentando a verdadeira vida cristã. O verdadeiro relacionamento com Deus. Nenhuma pessoa que esteja vivendo como nova criatura tem prazer no pecado. Mesmo porque a graça, antes de tudo, em relação ao nosso pecado, nos possibilita a não vivermos nele. 
A graça primeiramente nos capacita a servirmos adequadamente a Deus e ao próximo. Antes de tudo ela é preventiva. Vejamos essas escrituras:
1) “Se, pela ofensa de um e por meio de um só, reinou a morte, muito mais os que recebem a abundância da graça e o dom da justiça reinarão em vida por meio de um só, a saber, Jesus Cristo” (Rm 5.17)
2) “Porque a nossa glória é esta: o testemunho da nossa consciência, de que, com santidade e sinceridade de Deus, não com sabedoria humana, mas, na graça divina, temos vivido no mundo e mais especialmente para convosco” (2Co 1.12)
3) “Deus pode fazer-vos abundar em toda graça, a fim de que, tendo sempre, em tudo, ampla suficiência, superabundeis em toda boa obra” (2Co 9.8)
4) “que chegou até vós; como também, em todo o mundo, está produzindo fruto e crescendo, tal acontece entre vós, desde o dia em que ouvistes e entendestes a graça de Deus na verdade (Cl 1.6))
5) “Porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homenseducando-nos para que, renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos, no presente século, sensata, justa e piedosamente” (Tt 2.11,12). 
Veja na BLH os v11 e 12 "Pois Deus revelou a sua graça para dar a salvação a todos. v12 Essa graça nos ensina a abandonarmos a descrença e as paixões mundanas e a vivermos neste mundo uma vida prudente, correta e dedicada a Deus,”. Na Revisada e Atualizada na Nova Ortografia: “Porque a graça de Deus se manifestou, trazendo salvação a todos os homens. Ensinando-nos, para que, renunciando a impiedade e as paixões mundanas, vivamos no presente mundo sóbrio, justa e piamente”
A graça de Deus nos capacita para vivermos uma vida santa.
1) Mas quando pecamos o que acontece? 
Quando pecamos, colhemos as consequências (veja os demais artigos desta série). Deus através das consequências naturais dos nossos erros, permite que sejamos disciplinados. “Mas, se estais sem correção, de que todos se têm tornado participantes, logo, sois bastardos e não filhos” (Hb 12.8). Por exemplo, quando uma pessoa, ao viajar numa autoestrada não observa a sinalização de trânsito e negligentemente comete uma infração e é apanhado pelo agente de trânsito, sofrerá as consequências. E aí não adianta, pedir perdão, orar a Deus, se arrepender, prometer que nunca mais vai cometer novamente aquela infração, não. Se a justiça (humana) for aplicada como deve, ele terá que sofrer o dano; vale para o não eleito e para o salvo. Isso se aplica em todos os aspectos da nossa vida cristã. Esse ou qualquer outro pecado, ou erro, que um cristão cometa, já foi encravado na cruz. “E a vós outros, que estáveis mortos pelas vossas transgressões e pela incircuncisão da vossa carne, vos deu vida juntamente com ele, perdoando todos os nossos delitos; tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu-o inteiramente, encravando-o na cruz” (Cl 2.13,14). Não precisa mais de arrependimento, nem de pedir perdão, o pecado já foi aniquilado. Diante de Deus está pago completamente. Mas na esfera da nossa vida aqui na terra, as consequência continuam, assim como para o cristão e o não cristão, da mesma forma sem nenhuma diferença. Transgrediu uma lei, sofre as suas penalidades. Por exemplo, em se tratando das leis naturais é da mesma forma, se uma pessoa saltar do 20º andar de um edifício, seguramente vai sofrer as consequências da transgressão da lei da gravidade e isso, diretamente, não tem nada a ver com Deus e sim com a quebra da lei.
2) Diante de Deus estamos plenamente limpos.
Somos imaculados, irrepreensíveis, sem rugas, santos, perfeitos, somos filhos, herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo, sem defeitos. “Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela, para que a santificasse, tendo-a purificado por meio da lavagem de água pela palavra, para a apresentar a si mesmo igreja gloriosasem máculanem ruga, nem coisa semelhanteporém santa e sem defeito” (Ef 5.25-27). E esse posicionamento depende exclusivamente de Deus, nunca de nós. Jamais poderíamos contribuir em alguma coisa com essa posição. Por mais que muitos possam até se escandalizar com essa interpretação, isso é o que a Bíblia deixa bem claro. Depois da cruz o pecado de um salvo jamais será levado em conta ou julgado, pois o mesmo já foi julgado e aniquilado na cruz, seja ele qual for. Paulo disse: “bem-aventurado o homem a quem o Senhor jamais imputará pecado; e, uma vez libertados do pecado, fostes feitos servos da justiça” (Rm 4.8; 6.18). É impossível que se credite ou que seja imputado, ou ainda atribuído pecado na conta do justo, pois o que encontra lá é a justiça de Deus. O pecado e a justiça de Deus não andam juntos. Ou temos a justiça de Deus ou temos o pecado. Se você acha que o pecado ainda se encontra lá, no seu coração, então a justiça de Deus não está lá; ou vice-versa. Não existe meio termo nessa área. Ou você tem a justiça de Deus e é um salvo, ou você não tem a justiça de Deus e é um perdido. Não há meia justiça, ou você tem ou você não tem. Na carne e na vida diária pecamos o tempo todo, mas no espirito, somos perfeitos e imaculados.
3) Tudo isso está estritamente embasado na soberana graça de Deus. 
Fomos eleitos no eterno passado, antes dos tempos mensuráveis, ou dos séculos, puramente na base da graça; e no tempo predeterminado, Jesus veio e consumou a nossa redenção na cruz, na base da graça soberana. Depois, no ano, mês, dia, hora e minuto, determinados, ele veio ao nosso encontro e operou em nós o maior milagre da nossa vida. Aleluia!  “que nos salvou e nos chamou com santa vocação; não segundo as nossas obras, mas conforme a sua própria determinação e graça que nos foi dada em Cristo Jesus, antes dos tempos eternos, na esperança da vida eterna que o Deus que não pode mentir prometeu antes dos tempos eternos” (2Tm 1.9; Tt 1.2). Ele aplicou em nós o eterno plano da nossa tão grande salvação! Sempre na base da graça soberana. (Ef 2.8,9). A salvação, bem como a sua preservação, depende somente de Deus. Não podemos fazer nada para garantir isso, até porque não precisa, tudo está pago (tetelestai); não tenho que fazer mais nada. Não tenho que jejuar, não tenho que orar (para isso não); não tenho que obedecer, não tenho que me arrepender dos meus pecados, não tenho que confessá-los, não tenho que chorar pelos erros, mesmo porque não adiantaria nada. Aos olhos de Deus os nossos pecados não existem mais! Não tenho que me santificar diante de Deus, pois já sou santo, ao máximo. Não tenho que ir a igreja, não tenho que ler a Bíblia, não tenho que fazer nenhum sacrifício. Jesus, de uma forma absolutamente perfeita e eterna, já se sacrificou por mim. É uma afronta a Deus quando se ensina a necessidade de fazer algum tipo de sacrifício na vida cristã. Creio que os pregadores que assim fazem, sabem disso, mas fazem porque tem o propósito de enganar. Ou são cegos guiando outros cegos e assim ambos cairão no buraco.
Veja bem, muitas das ações que mencionei acima, como por exemplo, orar, obedecer, ir a igreja, ler a Bíblia; são imprescindíveis, mas como consequência da graça e da nossa salvação, não para geramos algum mérito; pois tudo que é nosso já foi provido na cruz. Lá, Jesus nos tornou herdeiros de Deus e co-herdeiros dele (Rm 8.17), independente de nós, pois ainda não havíamos nem nascido. Paulo fala de um desenvolvimento da salvação (Fp 2.12), mas isso não tem nada a ver com a nossa salvação como posição diante de Deus, e sim com a sua aplicação diária no nosso viver. Posicionalmente falando, eu nunca foi e nem serei mais ou menos salvo do que no dia em que Jesus me salvou. Mas no aspecto experimental essa salvação, pode e deve ser aplicada e desenvolvida em nosso dia-a-dia. 
Há uma palavra no grego, "tetelestai" que Jesus pronunciou nos vs 28 e 30 de Jo 19 e que foi traduzida por "consumado" a qual significa "pago completamente". "Depois, vendo Jesus que tudo já estava consumado, para se cumprir a Escritura. Quando, pois, Jesus tomou o vinagre, disse: Está consumado! E, inclinando a cabeça, rendeu o espírito".
4) Precisamos aprender de uma vez para sempre que a salvação depende do nosso Deus“Vem do SENHOR a salvação dos justos; ele é a sua fortaleza no dia da tribulação” (Sl 37.39). Quando aprendo isso de uma forma irreversível e profunda, entro no descanso do Senhor; e aí sou envolvido no mais profundo da sua graça. Sou abraçado e entrelaçado pela sua multiforme maneira de se manifestar. Pelo fato de saber que nada do que eu fizer ou deixar de fazer, vai mudar o que Deus pensa de mim ou fazer com ele me ame mais ou menos, posso mergulhar no seu eterno, profundo e doce repouso. Minhas orações suplicantes se transformam em doce gratidão. Minhas constantes lamúrias, murmurações  e meu sentimento de culpa se transformam em doce paz no mais profundo da minha alma; e tristezas se transformam em entusiasmos e alegrias. E essa alegria se transforma em força, e essa força me conduz para um viver abundante (Jo 10.10). E uma vez que essa graça infunde em mim esse poder tão imensurável, como eu teria condições, mesmo se quisesse, de viver no pecado? Impossível! Aí se cumpre o que Jesus disse: “Se o filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (Jo 8.36).
É a graça e não o legalismo que nos liberta. É ela, que, como favor de Deus, nos motiva a viver uma vida agradável a ele cada dia por vez; e a não viver uma vida na carne. Devemos viver imbuídos e plenamente envolvidos por essa maravilhosa graça, focados nela, dependentes dela, somente dela! Tanto no que se refere ao nosso relacionamento com Deus como em relação ao próximo, graça, somente graça!
5) O agente dessa soberana graça e sua aplicação em nós é o Espírito Santo. 
Um dos seus nomes estudado na Bíblia é: o ESPÍRITO DA GRAÇA – “E sobre a casa de Davi e sobre os habitantes de Jerusalém derramarei o espírito da graça (se refere ao Espírito Santo, apesar de aparecer nessa versão com “e” minúsculo) e de súplicas; olharão para aquele a quem traspassaram; pranteá-lo-ão como quem pranteia por um unigênito e chorarão por ele como se chora amargamente pelo primogênito” (Zc 12:10); “De quanto mais severo castigo julgais vós será considerado digno aquele que calcou aos pés o Filho de Deus, e profanou o sangue da aliança com o qual foi santificado, e ultrajou o Espírito da graça?” (Hb 10:29). O Espírito Santo está presente e age em tudo que acontece nesse processo maravilho da nossa salvação, sua preservação e segurança eterna.
6) Vejamos a manifestação da graça na palavra misericórdia. 
A graça tem como um dos seus adjetivos a palavra “misericórdia”. (Misericórdia é a virtude que leva-nos a compadecermos da miséria alheia. É a junção de duas palavras: miséris + córdia (miséria + coração ). No nosso caso, éramos pobres miseráveis quando a graça nos encontrou.
Em toda a Bíblia podemos substituir a palavra “graça” pela palavra “misericórdia” sem alterar o sentido do contexto.
O que disseram sobre a graça na  palavra misericórdia. 
Ló:  “Eis que o teu servo achou mercê diante de ti, e engrandeceste a tua misericórdia que me mostraste, salvando-me a vida; não posso escapar no monte, pois receio que o mal me apanhe, e eu morra” (Gn 19.19).
Jacó: “sou indigno de todas as misericórdias e de toda a fidelidade que tens usado para com teu servo; pois com apenas o meu cajado atravessei este Jordão; já agora sou dois bandos” (Gn 32.10). Vemos de uma forma clara, nas duas referências acima, a manifestação da graça, pois a sua manifestação é um favor não merecido. Quanto mais o homem reconhecer sua indignidade, mas da graça de Deus ele dependerá.
O salmista disse: (Uma expressão que aparece muitas vezes em todo o AT é: “porque a sua misericórdia dura para sempre”).
a) “Rendei graças ao SENHOR, porque ele é bom; porque a sua misericórdia dura para sempre” (1Cr 16.34)
b) “porém eu, pela riqueza da tua misericórdia, entrarei na tua casa e me prostrarei diante do teu santo templo, no teu temor” (Sl 5.7)
c) “O rei confia no SENHOR e pela misericórdia do Altíssimo jamais vacilará” (Sl 21.7)
d) “Bondade e misericórdia certamente me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na Casa do SENHOR para todo o sempre; Lembra-te, SENHOR, das tuas misericórdias e das tuas bondades, que são desde a eternidade; Não te lembres dos meus pecados da mocidade, nem das minhas transgressões. Lembra-te de mim, segundo a tua misericórdia, por causa da tua bondade, ó” (Sl 23.6; 25.6,7)
e) “Faze resplandecer o teu rosto sobre o teu servo; salva-me por tua misericórdia” (Sl 31.16)
f) “Não retenhas de mim, SENHOR, as tuas misericórdias; guardem-me sempre a tua graça e a tua verdade” (Sl 40.11)
g) "Compadece-te de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade; e, segundo a multidão das tuas misericórdias, apaga as minhas transgressões” (Sl 51.1)
h) “Quanto a mim, porém, sou como a oliveira verdejante, na Casa de Deus; confio na misericórdia de Deus para todo o sempre” (Sl 52.8)
i) “Tem misericórdia de mim, ó Deus, tem misericórdia, pois em ti a minha alma se refugia; à sombra das tuas asas me abrigo, até que passem as calamidades” (Sl 57.1)
j) “Responde-me, SENHOR, pois compassiva é a tua graça; volta-te para mim segundo a riqueza das tuas misericórdias” (Sl 69.16)
k) “Pois grande é a tua misericórdia para comigo, e me livraste a alma do mais profundo poder da morte” (86.13)
l) “Mas tu, Senhor, és Deus compassivo e cheio de graça, paciente e grande em misericórdia e em verdade” (Sl 86.15)
m)  "quem da cova redime a tua vida e te coroa de graça e misericórdia” (Sl 103.4)
n) “Porque acima dos céus se eleva a tua misericórdia, e a tua fidelidade, para além das nuvens” (Sl 108.4)
o) “Porque mui grande é a sua misericórdia para conosco, e a fidelidade do SENHOR subsiste para sempre. Aleluia!” (Sl 117.2)
p)  "Baixem sobre mim as tuas misericórdias, para que eu viva; pois na tua lei está o meu prazer” (Sl 119.77)
q) "Vivifica-me, segundo a tua misericórdia, e guardarei os testemunhos oriundos de tua boca. Trata o teu servo segundo a tua misericórdia e ensina-me os teus decretos” (Sl 119.88,144)
Jeremias:
a) “As misericórdias do SENHOR são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim” (Lm 3.22)
b) "pois, ainda que entristeça a alguém, usará de compaixão segundo a grandeza das suas misericórdias” (Lm 3.22)
Daniel:
a) “Ao Senhor, nosso Deus, pertence a misericórdia e o perdão, pois nos temos rebelado contra ele” (9.9)
b) "Inclina, ó Deus meu, os ouvidos e ouve; abre os olhos e olha para a nossa desolação e para a cidade que é chamada pelo teu nome, porque não lançamos as nossas súplicas perante a tua face fiados em nossas justiças, mas em tuas muitas misericórdias” (9.18)
Oséias:
a) “Desposar-te-ei comigo para sempre; desposar-te-ei comigo em justiça, e em juízo, e em benignidade, e em misericórdias” (2.19)
b) "Pois misericórdia quero, e não sacrifício, e o conhecimento de Deus, mais do que holocaustos” (6.6)
Miqueias:
a) "Quem, ó Deus, é semelhante a ti, que perdoas a iniquidade e te esqueces da transgressão do restante da tua herança? O SENHOR não retém a sua ira para sempre, porque tem prazer na misericórdia” (Mq 7.18)
Habacuque:
a) “Tenho ouvido, ó SENHOR, as tuas declarações, e me sinto alarmado; aviva a tua obra, ó SENHOR, no decorrer dos anos, e, no decurso dos anos, faze-a conhecida; na tua ira, lembra-te da misericórdia” (3.2)
Já no NT Paulo diz:
Jesus disse a Paulo: “A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. “Então, ele me disse: A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo” (2Co 12.9). E o próprio Paulo disse que o Espírito Santo nos assiste nas nossas fraquezas (Rm 8.26).
a) “Assim, pois, não depende de quem quer ou de quem corre, mas de usar Deus a sua misericórdia. Logo, tem ele misericórdia de quem quer e também endurece a quem lhe apraz. A fim de que também desse a conhecer as riquezas da sua glória em vasos de misericórdia, que para glória preparou de antemão,(Rm 9.16,18,23)
b)  "Porque Deus a todos encerrou na desobediência, a fim de usar de misericórdia para com todos” (Rm 11.32)
c) “Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai de misericórdias e Deus de toda consolação!” (1Co 1.3)
d) “E, a todos quantos andarem de conformidade com esta regra, paz e misericórdia sejam sobre eles e sobre o Israel de Deus” (Gl 6.16)
e) “Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou” (Ef 2.4)
f) “Sou grato para com aquele que me fortaleceu, Cristo Jesus, nosso Senhor, que me considerou fiel, designando-me para o ministério, a mim, que, noutro tempo, era blasfemo, e perseguidor, e insolente. Mas obtive misericórdia, pois o fiz na ignorância, na incredulidade. Transbordou, porém, a graça de nosso Senhor com a fé e o amor que há em Cristo Jesus. Fiel é a palavra e digna de toda aceitação: que Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal. Mas, por esta mesma razão, me foi concedida misericórdia, para que, em mim, o principal, evidenciasse Jesus Cristo a sua completa longanimidade, e servisse eu de modelo a quantos hão de crer nele para a vida eterna. Assim, ao Rei eterno, imortal, invisível, Deus único, honra e glória pelos séculos dos séculos. Amém!” (1Tm 1.12-17)
g) “não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo sua misericórdia, ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo” (Tt 3.5)
Philip Yancey disse“A consciência das nossas fraquezas nos torna dependentes da graça de Deus. Em outras palavras, a prova da maturidade espiritual não é quanto você está "puro", mas, sim, a conscientização de sua impureza. Essa mesma conscientização abre a porta para a graça” (Maravilhosa Graça, p.208)
Temos um Deus cheio de graça e misericórdia que se assenta em um trono de graça:
 "Tendo, pois, a Jesus, o Filho de Deus, como grande sumo sacerdote que penetrou os céus, conservemos firmes a nossa confissão. Porque não temos sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; antes, foi ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado. Acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna” (Hb 4.14-16)
Pedro disse: “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua muita misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos; Vós, sim, que, antes, não éreis povo, mas, agora, sois povo de Deus, que não tínheis alcançado misericórdia, mas, agora, alcançastes misericórdia” (1Pe 1.3; 2.10).
7) Sobre os mandamentos hoje:
Hoje não precisamos nos preocupar com mandamentos específicos. Com mandamentos em forma de ordenanças.                                            
a) Jesus aboliu os mandamentos em forma de ordenanças. Paulo disse: aboliu, na sua carne, a lei dos mandamentos na forma de ordenanças, para que dos dois criasse, em si mesmo, um novo homem, fazendo a paz” (Ef 2.15). Portanto, hoje não temos mais mandamentos,  em forma de ordenanças, para guardar.  O preceito de Cristo hoje é a graça, e a graça é a extensão do seu amor. Tudo se resume no amor: “Pois isto: Não adulterarás, não matarás, não furtarás, não cobiçarás, e, se há qualquer outro mandamento, tudo nesta palavra se resume: Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Rm 13.9).  “Porque toda a lei se cumpre em um só preceito, a saber: Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Gl 5.14).
A graça é a expressão e extensão do amor e o amor, portanto, não pede nada, não cobra e não exige, ao contrário ele motiva, impulsiona e nos ajuda a viver uma vida correta e santa. (Veja 1Co 13)
   b) Há uma aparente contradição entre o que Paulo e João escreveram em relação aos mandamentos, vejamos: “Ora, sabemos que o temos conhecido por isto: se guardamos os seus mandamentos. v4 Aquele que diz: Eu o conheço e não guarda os seus mandamentos é mentiroso, e nele não está a verdade” (1Jo 2.3,4) e, “e aquilo que pedimos dele recebemos, porque guardamos os seus mandamentos e fazemos diante dele o que lhe é agradável. E aquele que guarda os seus mandamentos permanece em Deus, e Deus, nele. E nisto conhecemos que ele permanece em nós, pelo Espírito que nos deu” (3.22,24). (isso é lei, há uma condição aqui: só o conhecemos se guardarmos seus mandamentos, quando na verdade, guardamos seus mandamentos  porque ele nos deu o privilegio de o conhecermos antes). Bom, vemos nesses textos acima que João expressa claramente o ranço da lei. É como se ele, João, tivesse esquecido que entre o que Jesus falou em Jo 14:21 (“Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me manifestarei a ele”), e  o que ele escreveu nas epístolas aconteceu o fim da lei, aconteceu a cruz. Para entender melhor esta aparente contradição leia este artigo aqui.
Foi na cruz que Jesus aboliu os mandamentos em forma de ordenanças. Foi na cruz que ele consumou tudo que se referia a lei. Depois da cruz é o reino da graça; não há mais mandamentos específicos e sim o viver na plena graça. Quem viver na plena graça também está vivendo no pleno amor. Jesus também predisse que tudo depende do amor (Mt 22.37-40). Quanto mais amarmos a Deus e ao próximo, menos pecamos contra o próximo. Sabemos que o Apostolo João, bem como Pedro e Tiago, foram apóstolos da circuncisão, isto é, para os judeus. Mas o apostolo Paulo, foi o apostolo da incircuncisão, isto é, dos gentios. A Paulo foi revelado o evangelho da graça. Nenhum dos demais apóstolos teve o conhecimento da graça que Paulo teve. Veja: "antes, pelo contrário, quando viram que o evangelho da incircuncisão me fora confiado, como a Pedro o da circuncisão (pois aquele que operou eficazmente em Pedro para o apostolado da circuncisão também operou eficazmente em mim para com os gentios) e, quando conheceram a graça que me foi dadaTiagoCefas e João, que eram reputados colunas, me estenderam, a mim e a Barnabé, a destra de comunhão, a fim de que nós fôssemos para os gentiose eles, para a circuncisão; recomendando-nos somente que nos lembrássemos dos pobres, o que também me esforcei por fazer" (Gl 2.7-10). Paulo, portanto, é o nosso apóstolo uma vez que somos gentios. Ele foi levantado por Deus para receber e estabelecer o evangelho da graça.
   c) O mandamento, por causa da sua própria transgressão, mata: “Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum! Mas eu não teria conhecido o pecado, senão por intermédio da lei; pois não teria eu conhecido a cobiça, se a lei não dissera: Não cobiçarás. v8 Mas o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, despertou em mim toda sorte de concupiscência; porque, sem lei, está morto o pecado. E o mandamento que me fora para vida, verifiquei que este mesmo se me tornou para morte. v11 Porque o pecado, prevalecendo-se do mandamento, pelo mesmo mandamento, me enganou e me matou. v12 Por conseguinte, a lei é santa; e o mandamento, santo, e justo, e bom” (Rm 7.7,8,11,12). Na esfera humana, como vemos Paulo mencionando, os mandamentos e leis permanecem, mas em relação a Deus, não. Em relação a Deus tanto a lei como seus mandamentos e ordenanças foram abolidos no que se refere as suas aplicações e implicações aos eleitos.
    Se o pecado é a transgressão da lei “Todo aquele que pratica o pecado também transgride a lei, porque o pecado é a transgressão da lei” (1Jo 3.4) e a lei (com seus mandamentos em forma de ordenanças) não existe mais, então como o pecado em relação a Deus poderia persistir?                         
 8)  Em relação à carne,  (área na qual ainda pecamos contra nós mesmos e ao próximo) só temos duas opções:                     
   1ª opção - Morrermos e ficarmos livres do corpo do pecado, corpo da morte ou ainda natureza pecadora. Estou falando da morte física. Isso vai acontecer na nossa morte física ou no arrebatamento. Enquanto essa morte não aconteça não temos nenhuma chance de ficarmos livres da nossa natureza pecaminosa, da carne. (Rm 7.10,11). No aspecto posicional tudo já foi eliminado, abolido na cruz, mas nos aspecto experimental  só será abolido com a morte física.
   2ª opção - Andar na plenitude do Espírito (Rm 8.13; Gl 5.16). Nesse caso a natureza ou o velho homem, ou ainda o corpo do pecado, não será desfeito, mas freado em relação ao pecado. Sempre vamos pecar, enquanto aqui estivermos. Aqui não se trata do aspecto posicional e sim experimental. Paulo disse: “Desventurado homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte? v25 Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. De maneira que eu, de mim mesmo, com a mente, sou escravo da lei de Deus, mas, segundo a carne, da lei do pecado” (Rm 7.24,25). Percebe-se que Paulo quando fala do livramento do corpo da morte se refere ao futuro. Então isso só vai acontecer na morte física ou na transformação do corpo. Nota-se ainda, que depois que ele, Paulo, fala: “graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor”  ele fala mais: “De maneira que eu, de mim mesmo, com a mente, sou escravo da lei de Deus, mas, segundo a carne, da lei do pecado”. Isso demonstra claramente que ele continuaria pecando enquanto vivesse no corpo do pecado. Mas ele deixa claro também depois, que um dia, na morte física, no nosso caso pode ser no arrebatamento, seria livre  desse corpo.  Muitos interpretes entendem aqui, que depois que Paulo fala de toda a sua propensão para o pecado, em fazer exatamente o que não quer, ele diz: “Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor” e que esta expressão de Paulo significa a sua vitória sobre a tendência do pecado. Mas não é isso que Paulo está se referindo. Veja que depois da expressão anterior “graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor”  ele disse: “De maneira que eu, de mim mesmo, com a mente, sou escravo da lei de Deus, mas, segundo a carne, da lei do pecado” (Rm 7.25). Paulo está deixando bem claro aqui, que durante a sua vida ele tem a sua vitória garantida no aspecto posicional em Cristo Jesus. Mas no aspecto experimental haverá nele sempre dualidade, em servir a Deus com a mente e a possibilidade, segundo a carne, de ser escravo do pecado. Sempre haverá essa luta até a morte.
Nota: Mas em relação a Deus estamos livres hoje. Jesus disse: “Se o Filho vos libertar verdadeiramente sereis livres”. Não meio livres, mas plenamente livres. Quem nesse mundo, na esfera da carne, poderia dizer que está verdadeiramente livre? Claro que Jesus se referia ao aspecto posicional, da nossa posição nele. Nessa posição, aos olhos de Deus, já estamos  perfeitossantosimaculados e irrepreensíveis  “para a apresentar a si mesmo igreja gloriosasem máculanem ruganem coisa semelhanteporém santa e sem defeito”.  (Ef 5.27). Já estamos justificados (Rm 5.1). Aperfeiçoados:  “eu neles, e tu em mim, a fim de que sejam aperfeiçoados na unidade, para que o mundo conheça que tu me enviaste e os amaste, como também amaste a mim. Também, nele, estais aperfeiçoados. E igreja dos primogênitos arrolados nos céus, e a Deus, o Juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados (Jo 17.23; Cl 2.10; Hb 12.23). Veja que Paulo em Cl 2.10, não diz que seremos aperfeiçoados, e sim que estais aperfeiçoados. Não é para o futuro, é para hoje. No aspecto prático, experimental, só serei perfeito, livre da carne e consequentemente do pecado, com a morte física; mas no aspecto posicional, já estou em perfeição absoluta hoje.
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Pr Aramisio Borges

 


“Eu realmente só amo a Deus, na proporção em que amo a pessoa que menos amo” (Dorothy Day) 

Pr Aramisio Borges 

Natural de Goiânia, Go. Mora em SP desde 1983, servo de Deus a serviço de sua obra, Pastor há mais de 35 anos, teólogo, professor de Teologia e psicólogo; é responsável pela  MCDI - Ministério Cristão de Discipulado e Integração e pelo Instituto Exousia. Procura amar a Deus acima de tudo e ao próximo como a si mesmo, ama a família, a obra de Deus, seus amigos, a vida!  Na medida do possível procura ser amigo de todos e na mesma medida, procura ter paz com todos os homens.  Procurando sempre resolver todas as pendências. Tem procurado estar de bem com Deus, consigo mesmo e com o próximo. Tem um grande interesse pelo bem-estar do ser humano, principalmente no que se refere ao seu relacionamento com o Criador. Não é perfeccionista, mas gosta do melhor possível. Não é dogmático, mas gosta de ter uma posição definida em relação aos temas e doutrinas da Bíblia. Não chegou ainda, aonde quer, mas sebe onde deve chegar e esforça-se para isso. Gosta de se relacionar com o ser humano, procurando sempre o melhor nas pessoas, mesmo que possa se surpreender com pior. Sabe que toda pessoa rotulada como ruim tem um lado positivo e toda considerada boa, tem um, pelo ao menos um, aspecto negativo. Assim é com todos. Considera o conhecimento e o envolvimento com a Soberana Graça de Deus como imprescindível para o cristão e entende que, para viver nessa plena graça precisa, antes de tudo, viver no pleno mover do Espirito Santo. E sem essa Graça ninguém seria salvo, pois foi nessa base da graça que Deus, soberanamente, nos elegeu em Cristo antes da fundação do mundo. 

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01. Conheça Um Pouco Mais Da Graça De Deus

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06. O que significa a Graça de Deus?

07. O Evangelho da Graça de Deus

08. O Significado de "Fim da Lei" em Romanos 10.4

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11. Ef 5.18-21

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